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terça-feira, julho 29

Tibet livre, pra mim é pessoal


O cenário é parecido, mas os atores, quanta diferença. Em 1980, a poucas semanas dos jogos olímpicos de Moscou, os Estados Unidos avisam que não irão participar das competições. Motivo: A então União Soviética invadiu o Afeganistão, atitude totalmente incompatível com os valores democráticos e de liberdade ianques. Quanto cinismo.

Hoje, 28 anos depois, teremos os jogos em Pequim, com um Tibet invadido e espezinhado por seus vizinhos chineses. E ninguém diz nada. Tudo normal, tudo belo. Afinal de contas o PC de olho puxado rendeu-se aos encantos da economia de mercado e pratica o mais deslavado capitalismo, piratarias à parte. De quebra, ainda tem intimidadora bomba atômica. Não há uma só voz no mundo livre ocidental primeiromundista cobrando uma atitude minimamente civilizada dos anfitriões olímpicos.

Desde 1950 um povo que tem profundo respeito à vida por suas tradições budistas, vive sob o jugo de um governo ateu. Crianças são forçadas a ingerir carne, templos religiosos são destruídos em nome de uma suposta libertação, somente para dizer o mais divulgado. O único apoio que os tibetanos recebem é a recepção bissexta gentilmente concedida pelos chefes de estado ao Dalai Lama, que vive exilado na Índia. Enquanto isso, uma cultura pacifista se desintegra.

E já que falamos de olimpíada, rendo minhas homenagens a Yelena Isinbayeva, que hoje quebrou novamente o seu record mundial. Os papos que ela leva com a vara antes de cada salto parecem funcionar. Foi a 5,04 metros .


2 comentários:

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