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segunda-feira, agosto 27

Que caldo que nada!



Tem gente que não é Joseph Climber, mas não desiste nunca. Da mesma forma como ela arrebatou a sua body board do bagageiro do avião, Kaká conquistou o seu merecido prêmio no torneio Surf-Unindo, realizado na Taíba, para a honra de nossa tribo . E o melhor é que no troféu está gravado o dia do seu aniversário, que aconteceu no mesmo dia da disputa. Como não apareceram outras meninas com coragem de enfrentar as ondas do agitado mar taibano, ela conseguiu a sua conquista em meio aos marmanjos. Quem tem competência, se estabelece! Rendo aqui as minhas homenagens!!!

quinta-feira, agosto 23

O meu Neo


Uma amiga minha contou-me que seu filho, após ganhar de brinde do Mc Donalds uma réplica do Shrek, que imita arrotos do personagem, passou a adotar comportamento semelhante. E não adiantou as reprimendas que vem recebendo para mudar o novo hábito incorporado à sua rotina. Amiguinhos no colégio que também receberam o mesmo brinde reforçam os barulhentos arrotos repetidos a cada oportunidade. O que antes era visto como um mau comportamento, ou falta de educação, agora é visto apenas uma brincadeira de petizes, motivo de risadas. Os pais que se acostumem com a idéia de que exercem cada vez menos controle sobre a conduta dos filhos. O poder está nas mãos da mídia.

Como se trata de um comportamento de criança visivelmente induzido a partir de um artefato criado com o objetivo de gerar vendas de junk foods e uma geração de obesos, o fato, em si, já gera preocupação. Mas apesar deste exemplo tão claro de como o mundo vem sendo moldado, a cada dia, ainda continuamos nos comportando como se estivéssemos dentro da matrix. Vivemos não uma vida que escolhemos, mas que nos é imposta, a cada momento, a cada segundo, pelas mais diversas formas de persuasão existentes.

Podemos adotar como exemplo a música que as pessoas aparentemente escolhem para gostar. Hoje, por onde se anda, percebe-se o quanto os forrós produzidos em escala industrial conquistam corações e mentes. Até parece que sempre se gostou deste estilo, desde até antes de nascer. Não há nenhuma reflexão de como as pessoas adotam um ritmo de vida, como se fosse o mais natural dos comportamentos. É mínima a percepção de que as músicas reproduzidas pelas calcinhas pretas da vida são encomendadas por um empresário que forma um grupo de músicos assalariados e passa a trabalhar em péssimas condições com o único objetivo e enriquecer o detentor dos bens de capital (instrumentos, contratos de shows, ônibus para o transporte do grupo, palcos, equipamentos de som). Com tanto dinheiro investido, o capitalista precisa ser bem remunerado. Os demais participantes do sucesso, que se conformem com as migalhas que irão sobrar, e um pouco de fama, fruto da comprada exposição na mídia.

A maioria das pessoas talvez não imagine que para as músicas produzidas industrialmente chegar aos seus ouvidos há um longo caminho cheio de percalços, pagamentos mafiosos, jabás e troca de interesses percorrido. O dono da banda grava um CD e paga para que as emissoras de rádio e televisão divulguem a exaustão aquelas músicas e aqueles pseudoartistas que certamente não teriam espaço em mídia não fosse isso. A cada nova cidade conquistada pelos piratas musicais, a rotina se repete nos meios de comunicação local. Páginas de jornais tecem loas, como se aquele sucesso fosse fruto de alguma genialidade. Estamos dentro da Matrix. O que parece ser real, não o é. O sucesso produzido a toque de caixa é apenas uma parte da engrenagem. O cenário real, apesar de sólido, passa despercebido com a cortina de fumaça da empulhação midiática. A maioria se encanta com o canto da sereia e consome a exaustão um grande entulho cultural. Não há vozes suficientes para demonstrar esta realidade, nem ouvidos querendo saber dela. O que vale é o prazer de a exibição de sensualidade explícita, movida muitas vezes a dançarinas de shape duvidoso e a satisfação dos seus instinto ele.

Esta é apenas uma das inúmeras facetas que nos são impostas. A cada objeto de consumo existe uma indústria invisível, ou até mesmo visível por trás. Marcas de grife, alimentos exóticos, expressões culturais, tudo com o objetivo de avolumar ainda mais a nuvem de dólares que circula o planeta a cada nova abertura da bolsa de valores. E como são escassas as mentes que se opõem a esta colonização movida a ouro! Por isso, muito me anima presenciar a lucidez de um Ariano Suassuna, que hoje soa como personagem de Cervantes que ele tanto gosta, mas que infelizmente não é capaz de trazer todos a uma compreensão maior do que seja a vida.

segunda-feira, agosto 20

A morte entre nós


Tenho amigos que falam que não há nenhum perigo latente ao se criar estas feras. Que cada animal simplesmente se amolda às características do dono e adota a sua personalidade. Uma pessoa gentil e cortês será o espelho do comportamento do cão social e amistoso. Não sei se realmente alguém acredita nisso, se está se iludindo ou simplesmente gosta de ter uma arma carregada apontada para a cabeça. A diferença entre o Pitbull, e uma pistola é que a pistola precisa de alguém para disparar. A fera escolhe a sua vítima a seu bel prazer, sem dar nenhuma indicação de quando vai disparar o ataque.

O que sei é que as chacinas são recorrentes. Desta vez a vítima foi uma criança de apenas quatro anos. Tainá (vide matéria abaixo) foi trucidada por dois pitbulls, quando tentava adentrar na casa de uma vizinha. A proprietária das feras era uma senhora de 71 anos, que possivelmente via nos animais uma chance de se defender da violência que campeia o país, e atinge principalmente os incautos. Se o animal adota mesmo o comportamento de seus donos, estes pitbulls deveriam estar preocupados com o reumatismo e não amolando os dentes em cima de uma criança.

Não consigo imaginar que uma velhinha muito mais pra lá do que pra cá, tenha induzido nas mentes doentias dos pitbulls um temperamento irascível, que o deixaram mentalmente descontrolados ao ponto de assassinar uma criança que não poderia apresentar nenhum perigo. Mesmo se Tainá tivesse portando uma arma de fogo, não teria força suficiente para disparar o gatilho, certamente.

Não foi o primeiro caso, e está muito distante de ser o último. A maioria das pessoas simplesmente não crê que eventos da mesma natureza possam se repetir. Matérias em jornais e televisão irão se repetir, mais uma vez fazendo contraponto entre vítimas e proprietários de cães, vencendo sempre aquele que tive o melhor argumento. Países como a Inglaterra já impuseram através de legislação o fim desta raça doentia, que não há um único registro de atos de heroísmo. Enquanto de covardia são cada vez mais compus. Basta só dá uma checadana Internet. No google, ao se digitar as palavras “Pitbull mata” vão surgir 236 mil resultados em 0,12 segundos.


Menina de 4 anos é morta por 2 pit bulls





Tainá Figueiredo dos Santos morreu às 3h de ontem, após ser atacada, no domingo, pelos cães de uma vizinha, em Ubatuba

A dona dos cachorros tinha convidado a menina para almoçar mas, segundo relato da família de Tainá, esqueceu de prendê-los

FÁBIO AMATO
DA AGÊNCIA FOLHA, EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Uma menina de quatro anos morreu ontem, em Ubatuba (224 km de São Paulo), após ser atacada, no domingo, por dois pit bulls de uma vizinha.
A dona dos cães, de 71 anos, está sendo investigada sob suspeita de omissão de cautela na guarda de animais, delito da Lei das Contravenções Penais que prevê prisão de dez dias a dois meses, ou multa.
O ataque foi por volta das 12h20 de domingo. A dona dos cães, identificada apenas como Cleusa, havia convidado a menina Tainá Figueiredo dos Santos para almoçar.
Segundo a família de Tainá, Cleusa se esqueceu de prender os pit bulls, que avançaram sobre a criança logo que ela entrou na casa.
"As duas [Cleusa e Tainá] eram muito amigas, gostavam muito uma da outra, tanto que se tratavam como netinha e avozinha", contou ontem a mãe de Tainá, a faxineira Elizabeth Figueiredo de Souza, 36.
"Apesar de serem muito ligadas, a Tainá nunca tinha entrado na casa da dona Cleusa, justamente porque a gente tinha medo dos pit bulls. Mas dessa vez ela insistiu para que a minha filha fizesse companhia para ela no almoço. Eu e meu marido acabamos deixando", afirmou a mãe da menina.
Tainá foi socorrida por vizinhos, que conseguiram afastar os cães e levar a menina ainda viva para a Santa Casa de Ubatuba. A menina sofreu duas paradas cardíacas e morreu por volta das 3h de ontem.
O diretor técnico do hospital, Marcus Alexandre de Souza, disse que Tainá tinha ferimentos graves na cabeça e perdeu parte do couro cabeludo. Ela foi operada para conter sangramentos e reconstruir a coxa esquerda e uma das orelhas.
"Tainá deixou a sala de cirurgia consciente e chegou a conversar com o pai, mas teve uma crise convulsiva de repente e uma parada cardíaca. Foi reanimada, mas sofreu nova parada cardíaca pouco depois. Então, não voltou mais", disse Souza.
A reportagem não conseguiu localizar ontem a dona dos dois pit bulls.
A mãe de Tainá disse que não responsabiliza a vizinha pela morte da filha. "Foi irresponsabilidade dela, mas não acho que ela é culpada pela morte da minha filha. Foi uma fatalidade."

domingo, agosto 19

Entre o ser e Deus


O homem é o ser que mais se assemelha ao vírus. Enquanto os demais animais tendem a se harmonizar com a natureza que os acolhem, os humanos destroem tudo o que está em volta e migram para outra região fértil após por o meio ambiente em ruínas.

São idiotas os que fazem a guerra, os que a defendem e os que as combatem pensando que estão trabalhando para construir a paz. São idiotas os que têm preconceitos e o que querem se projetar a partir dos preconceitos de outrem. São idiotas os machistas e os que pensam que as feministas são o caminho para uma sociedade mais fraterna. São idiotas violentos, os truculentos e os que fazem campanha contra a violência sem estender uma mão solidária aos tantos que necessitam.

É cada vez mais presente o sentimento na humanidade que tudo está se tornando cada vez mais perigoso. As ferramentas mais engenhosas que deveram servir para tornar o homem mais feliz estão se tornando em riscos graves. Quem diria, há 20 anos, que um computador seria a porta de entrada nos lares para a pedofilia, os golpes financeiros milionários, os abusos sexuais, a pornografia, a escatologia, e outras coisas tão estranhas quanto bizarras? O perigo espreita em cada esquina, em cada recanto do planeta, por melhor IDH que possa ter o país Estão ficando menos raros os casos infanticídio, serial killers, tráfico de mulheres nas regiões onde perduram as melhores condições de vida.

Em meio há tudo isso, há sempre os espertalhões que procuram relativizar o certo e o errado, como se isso fosse apenas mero ponto de vista. A globalização aproxima pessoas com posturas moral, social e ética mal anjambradas, transformando em guetos o que até bem pouco tempo era considerado psicopatia, doença social ou tara. Todo mundo que o direito de continuar praticando seus vícios de estimação e ser considerado dentro dos padrões normais de temperatura e pressão.

Mas não há porque os condenar. Afinal de contas o mundo deu esses passos certo que estava caminhando em busca da compreensão, da fraternidade, dos direitos humanos. Ontem, como hoje, a presença de elementos altamente belicosos em elevados cargos políticos é o mero resultado do conceito que só se tem a paz se houver a guerra. Frase repetida tanto em música do ministro Gilberto Gil, quando no 1984 de George Orwell.

Não vai se chegar a lugar nenhum pensando que só combater idéias com se considera degeneradas é que haveremos de construir um lugar melhor para se viver. Longe disso. O cenário recomenda que se adote uma metodologia equivalente ao desarme de uma bomba relógio que está presente e não se pode simplesmente detona-la destruindo tudo que está em volta, ou fazer de conta que ela não existe. É necessário conhecer a função que cada fio executa no coração da engenhoca, para que saibamos o que deve ser cortado e o que deve ser mantido. Como se diria no bom popular, matar o gado para exterminar o carrapato não nos livra do problema. Todos conhece a frase, mas muito poucos se interessaram em decifrar a biogênese dos males que afligem a humanidade, entender como determinadas idéias toscas se transformam em hegemônicas ou qualquer coisa semelhante a isso. Os preconceitos, as richas, as taras, os desvios só prosperam em campo fértil para tal.

sexta-feira, agosto 17

Dias de pânico


Os Estados Unidos espirra, o Brasil gripa. Esta era uma máxima que sempre se ouvia nas análises econômicas da conjuntura mundial. Parece que as coisas mudaram um pouco mesmo com a aparente alta do dólar, sem aquela força toda. Mas duas coisas me chamam atenção nesta barafunda: Primeiro, por que a gente tem de pagar pela explosão da bolha imobiliária nos Estados Unidos? Só porque valorizaram demais, além da conta os prédios, fizeram empréstimos irresponsáveis dando como garantias imóveis supervalorizados, o mundo que arque com as conseqüências. Segundo é a crônica de uma crise anunciada. Esta tão explosão da bolha vinha sendo anunciada em verso e em prosa há vários meses, e quando a coisa desanda mesmo, todo muito faz beicinho de surpreendido, como se tivesse acabado de pousar um disco voador vindo de vênus, já que se fosse marciano a surpresa não seria tão grande.

O mais patético de tudo isso foi ver a imprensa local totalmente alheia aos fatos econômicos mais importantes. Na sexta-feira passada, após a bolsa dos Estados Unidos assinalar uma queda brusca, nada nos jornais da cidade. Repórteres daqui se voltam tanto para o próprio umbigo que são incapazes de perceber as repercussões que um balaco-baco desses causa. Não é por nada, mas eu esperava mais dessa turma tão especializada. Sem nenhum demérito, para os coleguinhas, que são competentes. Mas que voaram, voaram todos.

Apesar da relativa segurança com que o país vem tratando esta crise saída das terras do norte, ainda há algumas questões na área econômica que me cheira muita enrolação. Uma é o preço da gasolina. Como é que o Brasil varonil é autosuficiente em petróleo e ainda pagamos os mesmos valores de combustíveis que irmãozinhos que não produzem uma gota, sequer? Falam porque é pra petrobras não perder competitividade. Mas para que raios serve esta competitividade se não temos nenhuma vantagem? Eta povinho pra enganar nós! E é claro, como todos sabem, que tais coisas tem impacto em toda a cadeia produtiva, elevando o custo de vida de forma indiscriminada, independente da faixa econômica da população.

Que post mais chato esse...

Quem sabe, no próximo, eu fale de coisas mais simpáticas, como o Ariano Suassuna...

quarta-feira, agosto 8

O que foi mesmo?


A realidade é absoluta? Existe uma verdade imutável e tangível? Desde que o homem descobriu a física quântica que tem como princípio a incerteza sobre a posição ou a velocidade de determinada partícula parece que tudo relativizou-se. Não só os conceitos sobre o universo material conhecido, como também os valores sociais. Já vi antropóloga questionando até a presença do extinto materno na raça humana, como se este fosse um comportamento apreendido e não herdado genética ou espiritualmente.

Não é tarefa fácil compreender as forças que regem o universo. A saída mais simples para as perguntas fundamentais seria definir que tudo acontece por acaso. A vida surgiu sem nenhuma finalidade específica, foi tão somente um acidente provocado por uma série de fatores aleatórios. Fatores estes que, dependendo das circunstâncias, poderiam se repetir aqui e ali.

Se tudo tende a dispersão e a desorganização, por que algumas coisas têm uma arquitetura tão perfeita, incapaz de ser imitada pela mão humana? Uma vez ouvi uma frase que diz mais ou menos assim: “Acreditar que tudo se formou a partir de um big bang, é o mesmo que imaginar que de uma explosão em uma gráfica poderá surgir um dicionário”. Nas questões de probabilidades todos os cálculos para justificar a existência do universo soam absolutamente grotescos. E imaginar que estamos sós no meio da imensidão é considerar um monumental desperdício de espaço, como diria determinado personagem no filme de Robert Zemicks.

Amplidões tão imensas têm ecos perceptíveis no mundo microscópio, ou infra-microscópio. Olhando para o céu o homem imaginou a existência do sobrenatural. Pelo menos na maioria das culturas conhecidas sempre há o espaço para a divindade, por mais equivocada que possa ser a sua representação intelectual. E o que antes era fruto da inspiração humana, passou a ser um traço herdado através das gerações. A fé não parece mais ser uma relação íntima com o superior, mesmo ainda sendo. Os espertos de plantão também viram a forma de transformar em dominação o contato com o que não é visível aos olhos. Criou-se religiões, sumo-sacerdortes, estados teocráticos e neste esteio surgiu também a mercantilizaçao da fé, devolvendo à sociedade o estado laico, por força de circunstâncias meramente comerciais.

Logo o homem passou a questionar a existência da divindade como forma de se libertar da idade média, onde cabia a meia dúzia dirigir todo o processo de aculturação da sociedade. Quem não lesse na cartilha destes poderosos religiosos era considerado herege, podendo pagar com a pena capital, a não ser que fosse amigo de alguém influente. Giordano Bruno não teve a mesma sorte que Galileu e pagou com a vida a sua determinação em se fidelizar a sua forma de ver o mundo.

A fé parece aos ateus como uma forma de se conformar com a mortalidade da matéria. Buscar um conforto além do horizonte conhecido para suportar a degeneração do ser. Uma busca de explicar o inexplicável ao mesmo tempo se imortalizar alem do túmulo. Porém há ainda questões que desafiam a compreensão cientifica. Pesquisas demonstram que as pessoas possuidoras de fé conseguem sair mais rápido de hospitais ou até curas consideradas impossíveis. Há que diga que isso e tão somente o poder da mente ainda não totalmente mensurado que teria condições de tais proezas.

Só que, ao mesmo tempo, a historia não registra que pessoas que se dedicaram totalmente a desenvolver poder mental que na hora do vamos ver consegue algum resultado parecido com aqueles de pessoas movidas pela crença do divinal. A fé baseada somente em motivações pessoais, sem nenhuma comprovação cientifica acadêmica de sua validade, ainda causa espanto em quem presencia os seus efeitos.

Mas escolher ter fé ou não é questão de foro íntimo pessoal e intransferível. Mais que comprovada por experimentações a existência de forças que não estão mensuradas no plano físico. Muitas vezes a ciência não ortodoxa se aproxima de determinados campos do conhecimento empírico para obter resultados desejados. É o que se pode constatar através da medicina homeopática, acupuntura, meditação e outras experimentações correlatas. O estudo ocidental quando se debruça sobre os resultados obtidos com estas práticas simplesmente ou desconhece os efeitos daí advindos ou pira nas batatinhas.

Um determinado pesquisador japonês já comprovou que a água é capaz de registrar as vibrações resultantes do pronunciamento de determinadas palavras. Já é possível se detectar o corpo energético através de fotografias kirlian. Está comprovado cientificamente que 70 por cento do universo é composto de nada, seja lá o que isso quer dizer. Partículas desconhecidas são formadas em choques de matérias, que desaparecem sem deixar vestígios da mesma forma que surgiram. Quanto mais o homem avança em suas pesquisas menos ele entende o essencial, se levar em consideração somente o que a ciência tem a dizer sobre o estado de todas as coisas.

Há quem diga que não tem fé simplesmente porque este seria um estágio anterior ao conhecimento da existência da divindade. Mas saber da presença de Deus no universo não é o mesmo de ter fé nele. Saber da sua existência não é colocar fichas nas possibilidades de suas realizações. Ter fé é o exercício do contato com o íntimo do próprio ser que se linka com a energia que emana do universo. Muitas pessoas têm isso com a simplicidade de quem abre uma geladeira para beber um copo de água. Outras, precisam abandonar muitas coisas com que compôs o próprio ego, desnecessariamente.

segunda-feira, agosto 6

Linhas aéreas


Luta inglória

Do homem com a máquina.

Quanto mais rápida,

Mais fantástica

Mais perfeita,

Mais vidas são ceifadas.

quarta-feira, agosto 1

Dias melhores


Muito bom! São tantos lugares que ainda não conheço, mas entre os que já fui, sem dúvida este paraíso em cima da serra merece sempre um retorno, por mais breve que seja. Ainda mais quando cercado de amigos, boa música em clima ameno e de festa. Aos que me propiciaram estes momentos de paraíso terrestre, o meu agradecimento. Próximo ano, se tudo estiver dentro dos conformes, quero repetir a dose, cercado pelos mesmos e novos amigos.