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sexta-feira, janeiro 25

Meu nome não é johnny nem João


São Paulo 454 anos. Já participei de algumas festas de aniversário dessa cidade que eu tanto admiro. Gigante em tudo. Tem de tudo. Inclusive do melhor. Estive lá e assisti a shows maravilhosos em praça pública, na faixa nesta data, em idos passados. Bons tempos aqueles. A todos paulistanos, votos de mais conquistas.

O meu também não. Selton Melo, muito bom, pilota o personagem João Guilherme Estrela com o seu talento que lhe é tão peculiar. A fita é muito boa, e mostra uma das facetas do tráfico de drogas. Meu nome não é johnny é diversão das boas. Infelizmente, pegou muito leve com os efeitos da cocaína em muitas pessoas. Essa droga desgraça a vida de muita gente, de uma forma muito mais arrasadora do que é mostrado no filme. Mas, apesar de tudo, há o que se fazer para fugir desse inferno. Recomendo, mas adictos devem evitá-lo, por motivos óbvios. Anos sem usar não impedem uma recaída.

A vida imitando a arte. Hoje, Fábio Assunção pegou uma bronca, por se acompanhar com traficante, no Rio de Janeiro. O caso lembrou uma história que Dílson Pinheiro certa vez me falou.

Um vizinho de condomínio de Dílson, o reconheceu no elevador, após ter sido publicada uma reportagem com foto, com o meu amigo. Aí foi logo tomando a liberdade:

- A gente escuta muita conversa, mas como é mesmo a cocaína no meu artístico ?– perguntou o vizinho curioso. Mas a resposta foi bem lacônica, ao estilo Dílson.

- É igual aos outros meios: branca e em pó. E o papo foi encerrado.

A foto acima foi feita em Entre Rios MG


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